O Daltonismo, também chamado de Discromatopsia, um tipo de deficiência visual, ligado a retina, em que o indivíduo não é capaz de reconhecer e diferenciar algumas cores específicas.
Sua principal característica é a dificuldade para distinguir o vermelho e o verde e, com menos frequência, o azul e o amarelo.

Essa é, em geral, a única alteração visual que os daltônicos apresentam. Um grupo muito pequeno, porém, tem visão acromática, ou seja, só enxerga tons de branco, cinza e preto

“A grande maioria das pessoas possuem o daltonismo de condição hereditária, ou seja, herdaram os genes do pai ou da mãe. Porém, também é possível que o distúrbio seja causado em decorrência de doenças”, explica a oftalmologista do HCO – Centro Completo de Oftalmologia, Dr. Claudio Picosse.

O diagnóstico

Embora um teste rápido possa diagnosticar a doenças, geralmente é utilizado o “Teste de Ishihara”, teste desenvolvido em 1917 pelo médico Shinobu Ishihara. O método é composto de um conjunto de 38 placas com pontos coloridos em intensidades diferentes. No centro dessas placas há um numeral com uma cor que o indivíduo com daltonismo pode não identificar. As cores do teste variam para diagnosticar o grau e o tipo de daltonismo do paciente.

A importância da consulta periódica

 A consulta oftalmológica é o primeiro passo para que o HCO possa cuidar da saúde dos seus olhos e seu bem-estar, por isso fique atento e agende sua consulta periódica. Nessas consultas é que podemos diagnosticar previamente um problema. Quanto mais breve começarmos um tratamento, mais reais são as chances de cura.